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O R G O N izando

Produzido por José Guilherme Oliveira
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ORGONE E FUNCIONALISMO ORGONÔMICO

Um Comentário sobre o artigo:
"Orgone, matéria e a antítese OR-NR."
 

Nicolau Maluf Jr.

© 1999 - Direitos Autorais Reservados - O autor autoriza a reprodução deste artigo desde que sem fins comerciais, sendo citada sua autoria e feita referência à esta página, situada em http://www.orgonizando.psc.br/artigos/or-nr-2.htm. Caso sejam citados trechos do artigo, solicitamos cuidado para que o sentido da citação fora do contexto não venha a ser deturpado ou passível de má interpretação.
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Conclusão sobre a conclusão / Notas de José Guilherme

Embora seja grande o número de pessoas envolvidas com a clínica Reichiana ou suas vertentes, conta-se nos dedos aquelas que se interessaram pela ciência e a metodologia de pesquisa desenvolvidas por Reich na Orgonomia.

Por isso, foi motivo de alegria ver, já há algum tempo, o artigo de José Guilherme de Oliveira, com o título acima citado. Ao final de sua leitura, ocorreu-me a idéia de comentar o que esta me provocou, (o que só pude fazer agora, passados quase dois anos) indo da apreciação à crítica. Por que não fazer isso por escrito? Todos ganhariam, os leitores dos dois artigos, o autor, José Guilherme, que teria pelo menos um interlocutor, e eu mesmo, com o fato de existir mais uma produção sobre Orgonomia neste site, e, quem sabe, com a existência de um próximo contraponto. Obviamente, é esperado que aqueles que ainda não leram o artigo o façam antes de iniciar o que se segue. Na verdade, creio que o mais interessante seria, se possível, ter uma cópia ao lado, tantas serão as vezes em que farei referências a esse texto.N1 Ao mesmo tempo, um conhecimento mínimo daquilo que Reich denominou "projeto Oranur" é necessário para compreensão de ambos os textos.

Central nessa apreciação e nos questionamentos a seguir é a formulação Reichiana, citada por J.G., do Orgone como uma energia primordial da qual os fenômenos físicos e biológicos derivam. Por várias razões, que não caberia explorar aqui, Reich levantou a hipótese de que a energia orgone teria não só uma realidade física, mas seria, também, uma espécie de "matriz" da qual a matéria e outras formas de energia derivariam. A tentativa de anular a radioatividade usando concentrações de energia orgone surgiu dessa hipótese, gerando um experimento com conseqüências imprevisíveis e enormemente surpreendentes...

Em seu artigo, J.G. faz um esclarecimento importante ao diferenciar energia nuclear de radioatividade, vê funções semelhantes entre energia nuclear forte e orgone, coloca possibilidades intrigantes, como a relação entre a propriedade organizacional do Orgone e Informação, e examina a questão da existência ou não de uma relação de derivação entre energia e matéria.(sic)N2 É a partir deste último ponto que discordo com o raciocínio desenvolvido e as conclusões a que chegou. E isso, por entender que ele parte de uma premissa falsa, ao entender incorretamente uma formulação Reichiana sobre a energia Orgone, levando, ao final, a uma conclusão altamente questionável.N3 Tentarei desenvolver essas idéias ao longo desse texto.

No subitem chamado "A energia nuclear e a energia OR são mesmo antitéticas?" há uma situação curiosa: Ao mesmo tempo em que o autor esclarece a diferença entre energia nuclear e radioatividade, para posteriormente examinar isso em contexto mais amplo, deixa no leitor uma impressão de que está criticando em Reich o que seria um "desconhecimento" e não uma questão de nomenclatura. Pois enquanto que, em seu texto, afirma: "Mas tanto Reich quanto o linguajar comum, falam da energia nuclear para se referir à energia liberada durante uma ruptura do núcleo, justamente quando ela deixa de ser nuclear e se torna a energia da radioatividade." deixando claro que percebe que é com a radioatividade que Reich se ocupa em algumas de suas hipóteses, ao mesmo tempo, no parágrafo inicial de seu artigo diz que O conhecimento incipiente de Reich sobre física(...) nos leva a retificar(...) Não vejo onde isso está demonstrado no artigo, não vejo retificação, e sim a construção de uma hipótese diferente, passível de várias críticas, como disse anteriormente.N4

Há um momento no texto em que se inicia o processo de raciocínio problemático e que leva à conclusão criticável. Diz respeito ao item "Quem vem primeiro, energia ou matéria?" onde J.G. diz textualmente: "O terceiro ponto a comentar na proposta de Reich é sobre a precedência ou sucessão da energia OR e da energia nuclear (grifo meu) à matéria."

Essa é uma premissa falsa, o que compromete todo o trabalho posterior. A hipótese Reichiana é sobre a precedência da energia Orgone sobre a matéria e OUTRAS formas de energia, e não como colocado acima, sobre a precedência do Orgone E ENERGIA NUCLEAR com relação à matéria... vide N3 A questão não é sobre energia(s) / matéria, e sim, sobre Orgone como princípio funcional de matéria E energias... O que Reich postulou menciona a noção de uma energia Orgone como tendo uma função original e primária com relação à matéria e outras energias, como eletricidade, magnetismo, etc., que seriam DERIVATIVOS... nessa formulação, a Energia Nuclear é colocada, num esquema de raciocínio, num patamar DIFERENTE do da Energia Orgone, já que seria derivada dela e não no mesmo patamar, lado a lado, como se Orgone e energia Nuclear como antitéticos à matéria fossem uma elaboração Reichiana... Isto nunca foi proposto ou pensado por ele.

Dando continuidade a essas observações, tem-se um outro ponto, ainda no exame da precedência / sucessão orgone, energia, matéria, que merece atenção não só por estar comprometido pelas mesmas razões expostas acima, mas também por discordância com certas afirmações que o autor faz. Examinando agora a precedência entre energia eletromagnética e matéria, afirma: "A luz é uma energia eletromagnética que sucede a matéria …" E justifica criticando o que seriam idéias Reichianas dizendo: "A proposta de Reich de que a luz só é um efeito de luminação orgonótica não resiste a algumas simples argumentações: o espaço sideral não é azul, as sombras se formam em linha reta orientada pelo sol, e a noite é escura. É provável que a luminação do orgone dependa ou de uma interação com a matéria ou da interação entre dois sistemas orgonóticos …"

Irei contra-argumentar: Não é tão simples. O que Reich coloca a idéia de que aquilo que conhecemos como "luz" é o efeito da luminação do orgone atmosférico através da excitação deste pela irradiação eletromagnética solar... É uma afirmação questionável, é claro, mas compatível com várias observações, principalmente aquelas que vinculam a cor azul a altas CONCENTRAÇÕES de energia orgone, como nuvens carregadas, a cor do oceano, bíons e hemácias vistos ao microscópio, etc... que o espaço sideral não seja azul pode remeter meramente a uma questão de concentração suficiente, que a noite seja escura só reafirma a hipótese da necessidade de estimulação fornecida pelo sol para luminação, já que, como sabemos, a luminação é produzida pela EXCITAÇÃO acima de um certo limiar, da energia orgone, não sendo um atributo desta presente a todo momento e qualquer que seja o seu estado. Que essa luminação dependa da interação com a matéria ou da interação entre dois sistemas orgonóticos é uma afirmação fundamental já feita por Reich e reafirmada por várias observações, nos mais diferentes domínios, como a SÚBITA deflecção das hastes de um eletroscópio ao contato com material carregado E IGUALMENTE PRESENTE, ao se iniciar um processo de descarga, como o contato de um dedo com o metal, a existência de um processo de excitação, tanto no momento em que se liga quanto no que SE DESLIGA uma televisão, as alterações físicas presentes nos períodos de menopausa, com flutuações de sensações de temperatura, etc, a súbita "melhora", que muitas vezes ocorre em pacientes com doenças terminais, antes da morte, e muitos outros exemplos que apontam firmemente para a existência de um processo energético básico e comum subjacente a todos esses fenômenos.

Mas vamos voltar ao mais essencial. A afirmação "A luz é uma energia eletromagnética que sucede à matéria (...)"

No livro Cosmic Superimposition, de Reich, há uma belíssima foto a cores de um tubo a vácuo. Nela, pode-se ver um brilho azulado claro e forte, resultado da excitação orgonótica produzida neste recipiente. Por sua vez, sua carga orgonótica foi conseguida através de uma longa permanência dentro de um acumulador de muitas camadas, sendo este o único detalhe que o diferencia de outros tubos de mesmo teor. E que importância tem isso para nós? É simples: como se trata de vácuo, não há a presença de moléculas de gás que pudessem explicar a luminação conseguida. Esta decorre diretamente da excitação da energia orgone. Sendo assim, isto reafirma a hipótese anterior de Reich sobre a natureza da Luz (na verdade, foi esse experimento juntamente com suas observações sobre as luzes no fenômeno da aurora Boreal que o levaram a formular a hipótese da "LUZ"), e fragiliza a base da afirmação sobre a precedência da matéria, no caso da luz, que está de acordo com a noção clássica, mas que pode ser questionada pelo que foi exposto... N5

4Finalmente, no próximo item, "A radiação cósmica de fundo a 3°K (…)" há afirmação de que, independente de como compreendêssemos essa energia, através do modelo do Big Bang ou o do orgone Cósmico, sempre dever-se-á concluir que essa energia precede a matéria, por nunca ter estado ligada a ela. De qualquer forma, é dito, o que importa é que é sempre a mesma energia, quer ela esteja precedendo ou se sucedendo à matéria. Daí, já que encontraríamos casos em que haveria precedência, e em outros, sucessão, e já que seria sempre o mesmo tipo de energia, segundo ele, essa discussão, a da precedência ou sucessão seria estéril, mero subproduto de um dualismo corpo–alma, onde o espírito se equipararia à energia, e a matéria ao corpo... mas, se examinamos com cuidado essa parte do texto, vemos que, um pouco antes, pontuando os itens que, na sua opinião, levam à conclusão apresentada agora há pouco, existe uma colocação, expressa no último desses itens, que é a seguinte: "a matéria e/ou suas energias podem se reciclar de volta ao oceano cósmico (...)"

A matéria e (…) suas energias (...) de volta (...).

Não há aqui a afirmação implícita da "matéria e suas energias" como derivadas do oceano cósmico? E não é completamente diferente discutir se a energia eletromagnética e a nuclear precedem ou sucedem à matéria, quando e onde (discussão importante e que está longe de terminar), do discernir se há ou não de fato razões para se postular uma energia Orgone PRIMORDIAL da qual outras energias e a matéria seriam derivados?

Conclusão sobre a conclusão

Não concordo absolutamente com a afirmação do autor de que a discussão sobre a precedência existente entre energia e matéria seja estéril. Por vários motivos. Primeiro, porque, como tentei demonstrar, a questão Reichiana diz respeito à precedência entre energia Orgone e outras energias e matéria, e não, como foi colocado, entre energia e matéria. Por isso faria um adendo a um parágrafo no texto de J.G., quando diz "Reich viu no orgone uma energia cósmica, primordial no sentido em que os fenômenos físicos, ENERGÉTICOS (adendo meu) e biológicos se originam de processos funcionais dessa energia."

Segundo, uma discussão como essa pode ser tudo, menos desimportante.N6 A teoria do orgone é muito mais do que apontar a existência de um certo tipo de energia. No próprio processo do descobrimento de suas características e propriedades, descortinou-se um panorama sistêmico e abrangente, com a noção de interligação de todos os fenômenos, de forma mais ou menos direta, dependendo do caso, e a noção de que quanto mais essencial for um princípio funcional ou em denominador comum, maior será o número de fenômenos abarcados num determinado domínio. Isso é crucial. A base do pensamento funcional deriva diretamente de propriedades e características da energia orgone, como o mencionado acima, como a noção de uma dinâmica intrínseca antitético-complementar, como uma forma particular de deslocamento no espaço quando essa energia se encontra na condição livre de massa, etc., e essas funções, no pensamento funcional, são vistas como originando a forma como o nosso universo se organiza, numa concepção semelhante à holográfica, se quisermos comparar. Esse não é um rígido modelo mecanicista, sem lugar para o novo, o imprevisível ou o aleatório, mas também não é um referencial que a mera noção de pluralidade baste para definir (ver artigo neste site, orgonomia e ciência contemporânea).

O pensamento funcional tem servido como referência operacional em vários domínios, e sua lógica interna tem se mostrado não absoluta, mas extremamente suficiente. No meu entender, as observações e análises que fez J. Guilherme nesse artigo merecem ao mesmo tempo elogios e críticas. Elogios porque é evidente sua familiaridade com os conceitos e noções que utilizou, (mesmo com a ressalva que fiz quanto à acuidade de uma premissa utilizada) o que dá densidade ao que produziu, e críticas porque, no meu entender, ao tentar escapar do que seria um modelo dualista (com o que não concordo), produz uma visão monista.N7 Sua hipótese do jogo de forças entre radioatividade e orgone no núcleo do átomo, as questões sobre orgone e informação, tudo isso é precioso e faz pensar.

Mas de um ponto de vista mais amplo, suas conclusões são inaceitáveis. Como o verdadeiro referencial é: Energia orgone/outras energias, matéria, e não: orgone, energias/ matéria, muitos dos seus raciocínios continuam interessantes, mas se tornam inutilizáveis para a conclusão, que assim não se sustenta. Outro ponto é aquele que diz respeito à natureza da luz, onde, além de ser questionável a afirmação de que esta sucede à matéria, o que mina a afirmação de uma "alternância" entre precedência e sucessão na relação energia/matéria, há também o fato de que reconhecer a existência de "reciclagem" entre energia e matéria não é o mesmo que considerar inexistente um fator de precedência, já que, ao confundir a premissa Reichiana ORGONE PRIMORDIAL/ energias, matéria, com uma formulação do tipo ENERGIA/MATÉRIA, o autor perde de vista que essa reciclagem possa se dar, ao mesmo tempo em que estas mantêm sua condição de "secundárias "com relação ao Orgone.

Quando critiquei como monista o posicionamento de J.G. o fiz por que a dimensão sistêmica no modelo Orgonômico diz respeito a algo maior do que multiplicidade e diversidade, encontrados no modelo utilizado no artigo anterior. O organizacional refere-se não só à integração, mas também à localização, posicionamento, há uma dimensão "tridimensional", perspectiva... O "Uno", monista, não tem a riqueza da antítese-complementar, que interliga, mas também opõe, contrasta, individualiza, distingue, diferencia... e, através disso, posiciona e localiza. Por sua vez vez, essa "oposição-complementação", traduz-se em movimento, processo, desenvolvimento, criando ramificações e variações a partir de uma matriz original que pode ser uma variação de um processo energético–funcional ainda mais básico e mais profundo. Dessa forma, a noção de uma unidade funcional é compreendida como uma composição onde, do princípio funcional (A), ramificam-se as variações (b, c), antagônico-complementares, indo do mais simples ao mais complexo e especializado. Há aqui não só uma idéia de movimento, mas também de "desenvolvimento", um processo, como o da seta do tempo, por exemplo. Dessa maneira, através da contraposição de b e c, b e A, c e A, obtém-se não só a noção de conjunto mas também a de localização de cada elemento da composição. Essa é a riqueza do patrimônio Reichiano, seu funcionalismo orgonômico distinto das visões sistêmicas e holísticas que favorecem a noção de interligação, mas tendem a tornar indistintos os componentes de um conjunto. Entendo que as conclusões no artigo de J.G. refletem esse problema.
 

O Autor

Nicolau Maluf Jr. é pioneiro no estabelecimento da clínica Reichiana no Brasil, em especial segundo os parâmetros da Orgonomia. Ainda em São Paulo, começa a clinicar em 1975, e, a partir de 1980, já no Rio de Janeiro, coordena grupos de estudo e de formação. É membro fundador da “Escola da Clínica Somato-Psicanalítica, assim como membro fundador e coordenador científico da APCRJ (Associação de Psicoterapia Corporal do Rio de Janeiro).

Notas de José Guilherme

1) Para que os que estão lendo este artigo na tela, os pontos em debate estão vinculados (com "links") ao artigo original. O contraponto citado será feito através destas próprias notas, onde tento esclarecer o meu ponto de vista.
Obs.: Use a tecla <PARA TRÁS> do seu "browser" para retornar ao ponto de partida quando necessário, seja para retornar de uma nota, seja para voltar do artigo comentado.

2) Não creio que tenha examinado esta questão da derivação entre energia e matéria no artigo citado. O que eu fiz, foi investigar a afirmação de Reich sobre uma precedência entre ambas.

3)Na página 270 do seu livro "O Experimento Oranur", Reich diz:

Foi este trecho que me intrigou a ponto de me levar a escrever o artigo em questão. Da forma como o percebo, Reich está se referindo ali uma relação de precedência temporal entre energia e matéria, com a qual não concordo. Creio que esta distinção entre precedência temporal e precedência funcional, é fundamental para se entender este debate. Concordo plenamente com o Nicolau no sentido de haver uma precedência (funcional) entre energia OR e matéria, mas não era este o ponto que eu estava delineando em meu artigo.

4) A retificação a qual me referi está em deslocar a antítese da energia OR da energia nuclear para a radioatividade. Mas há também a introdução de novas hipóteses, como a de uma possível "aliança" entre energia OR e energia nuclear (na acepção usada no artigo).

5) Concordo com o Nicolau que nem sempre a luz (ou qualquer radiação eletromagnética) se origina na matéria. A própria radiação de fundo de 3°K é um contra-exemplo disso aceita pela própria ciência tradicional. Neste ponto, generalizei indevidamente. Mas não posso concordar com o fato da luz se reduzir a um efeito de luminação do orgone. Isso não quer dizer que não possa haver alguma influência da energia orgone em um processo de geração de luz, mas há toda uma dinâmica quântica bastante comprovada que não pode ser  ignorada sem que haja uma argumentação a refutando. Simplesmente a argumentação mecanicista pode estar incompleta. Até onde eu posso perceber, todo fenômeno orgonótico expressa-se através de algum fenômeno "mecanicista" que deve ser integrado ao conhecimento e não simplesmente negado.

6) Concordo que a relação de precedência funcional seja fundamental. O que me parece irrelevante é a da precedência temporal. Felizmente, este artigo do Nicolau trouxe de volta o foco à questão da precedência funcional, que é a tônica da obra de Reich, mas que muitas vezes se confunde (ou pelo menos, em um momento me confundiu) com exemplos temporais.

7) Não me sinto produzindo uma postura monista. Não neguei a antítese, apenas a desloquei, da energia nuclear para a radioatividade.
Mas hoje tenho uma postura um pouco diferente da que tive ao escrever este artigo 2 anos atrás. Mesmo uma antítese entre energia OR e radioatividade me parece estranha. Pois ambas estão em planos funcionais distintos, sendo que o da energia OR é muito mais abrangente. O que devemos é procurar uma antítese entre a radioatividade e as formas de ligação da energia OR à matéria, para nos mantermos no mesmo plano de abrangência funcional. Esta antítese parace ocorrer tanto entre a radioatividade e a bioenergia, quanto entre a radioatividade e a energia orgone atmosférica. A energia orgone cósmica, livre de massa, as precede funcionalmente. Para um estudo um pouco mais detalhado sobre as formas de ligação da energia OR à matéria, veja:
OLIVEIRA, José Guilherme C.;  SIGELMANN, Élida - Ser e não ser: a dinâmica do universo. Monografia pelo Instituto de Psicologia da UFRJ. Rio de Janeiro: 1999.

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